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Viaduto do Curado: O episódio
aconteceu no bairro do Curado, no Recife, por
volta das 11 horas de 31 de outubro de 1978, quando
três blocos de um viaduto em construção
desabaram, soterrando 25 operários que
trabalhavam no local.
Enquanto os corpos eram resgatados, levantou-se
a hipótese de que o culpado pelo desabamento
seria Joaquim Cardozo, engenheiro responsável
pelos cálculos da obra, mas nada ficou
confirmado. Cardozo, que também era poeta,
morreria quatro depois da tragédia, aos
81 anos de idade.
Caso Giselle: ocorreu em Jaboatão
dos Guararapes, às 13h15m do dia 01 de
junho de 1977, quando o Edifício Giselle
desabou, matando 22 pessoas e ferindo mais de
vinte. O prédio, de sete andares e 28 apartamentos,
estava em fase de acabamento mas no pavimento
térreo já funcionava uma agência
bancária.
No instante do desabamento, operários
realizavam trabalhos de reforço de uma
das colunas do edifício, por determinação
dos órgãos de fiscalização
que haviam considerado a obra frágil.
Edifício Érika:
Outro episódio de proporções
trágicas aconteceu em Olinda, na madrugada
de 12 de novembro de 1999, quando o Edifício
Éricka, no bairro de Jardim Fragoso, veio
abaixo, matando quatro pessoas e ferindo outras
11.
O prédio, de três andares, tinha
oito apartamentos, todos ocupados, e nunca havia
apresentado sinais como rachaduras ou outros tipos
de falhas na construção.
Enseada de Serrambi: Na tarde
de 27 de dezembro de 1999, menos de dois meses
depois da queda do Edifício Érika,
a tragédia se repete em Olinda, também
do bairro de Jardim Fragoso: todo o bloco B do
Conjunto Residencial Enseada de Serrambi desaba
deixando sete mortos e 11 feridos.
Do prédio, de quatro andares e oito apartamentos,
não ficou uma única parede de pé
e os soldados do Corpo de Bombeiros trabalharam
um dia e uma noite para resgatar os corpos e os
sobreviventes.
O episódio instalou pânico no bairro,
porque os dois edifícios que desabaram
em menos de dois meses ficavam cerca de 500 metros
de distância um do outro, gerando suspeita
de graves problemas no solo de toda aquela área.
Caso Areia Branca: Edifício
de 12 andares, um prédio de classe média
alta localizado na Av. Bernardo Vieira de Melo,
na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes,
área metropolitana do Recife, desaba e
fica reduzido a um monte de entulhos.
Aconteceu por volta das 20 horas de 14 de outubro
de 2004, deixando quatro pessoas mortas: o porteiro,
dois operários e um soldado do Corpo de
Bombeiros que atuava como segurança do
prédio.
A tragédia só não foi maior
porque, como o edifício apresentava problemas
na sua estrutura, os moradores deixaram seus apartamentos
poucas horas antes do desabamento.
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