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Doença transmitida pela muriçoca
e que, quando disgnosticada a tempo, pode ser
curada através de doses do medicamento
Filariosan. Não diagnosticada a tempo (e
pode passar até 15 anos incubada, sem que
a pessoa saiba que é portadora), atinge
a fase chamada de "elefantíase",
quando partes do corpo são deformadas,
geralmente pernas, testículos e seios.
Nesse estágio, a doença não
tem cura. A doença já foi erradicada
em praticamente todo o Brasil, exceto em belém,
no Pará, e no Recife, esta última
considerada a capital brasileira da filariose.
Atualmente, cientistas do Centro de Pesquisas
Ageu Magalhães, no Recife, tentam desenvolver
uma vacina e testes mais eficazes de diagnóstico
da doença.
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