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Denominada cientificamente de "Rhea americana
americana", é uma sub-espécie
da ema do Brasil central e seu habitat natural
é o semi-árido nordestino. Está
praticamente extinta, só existindo alguns
animais criados em cativeiro, como é o
caso de um criatório mantido pela Universidade
Federal do Rio Grande do Norte no município
de Pedro Avelino e algumas fazendas do interior
de Pernambuco.
A ema nordestina chega a correr até 60
km por hora, vive geralmente em grupos de oito
a dez e sua alimentação é
variada: pequenos animais, insetos e capim rasteiro.
Considerada a maior ave do continente americano,
mede até 1,30 metro de altura e seu peso
varia entre 26 a 35 quilos. Sua reprodução:
uma ou duas fêmeas põem os ovos num
mesmo ninho feito no chão e quem choca
e cuida dos filhotes é o macho.
A principal causa do sumiço da ema do
semi-árido nordestino foi a matança
indiscriminada das aves para utilização
de suas penas no fabrico de espanadores. A ema
produz, em média, 120 penas por asa, as
maiores delas chegando a 60 centímetros.
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