| Jornal
diário, editado no Recife, circulou pela
primeira a 03 de abril de 1998, tendo à frente,
como diretor-presidente, o empresário Eduardo
de Queiroz Monteiro. Inicialmente, era distribuído
apenas na Região Metropolitana do Recife,
chegando a todo o Estado seis meses depois do seu
lançamento. De linha editorial nitidamente
popular, dirigido a um público adepto de
notícias trágicas e fotos de cadáveres,
sem nenhum disfarce.
Essa caracterísitica, aliada ao baixo
preço do exemplar (metade do preço
cobrado pelos outros dois jornais diários
do Recife), garantiu à Folha, de imediato,
uma boa fatia do marcado de leitores de jornais
no Estado.
Em menos de um ano, sua tiragem paga saltou de
7.000 para 41.000 exemplares por dia. Fato que
forçou, inclusive, o Diario de Pernambuco
e o Jornal do Commercio a baixarem os preços
dos seus exemplares. Logo que foi lançada,
a Folha estampava as fotos "sangrentas"
no alto da primeira página. Depois, limitou
esse tipo de fotos às páginas policiais,
no final do seu primeiro Caderno.
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